
O dia 22 de setembro foi marcado pela estréia internacional e simultânea do filme A Era da Estupidez. Mais de 40 países participaram da Premiére Global des documentário, que tem como finalidade chamar a atenção do mundo para os efeitos do aquecimento global.
“A era da estupidez” se passa em 2055 e tem no papel principal o ator inglês Pete Postlethwhaite, indicado para o Oscar em 1994. Ele interpreta o ‘arquivista’, um homem solitário que vive num mundo devastado pelo aquecimento global e que consome seu tempo catalogando o passado. O filme mostra Postlethwhaite examinando imagens de 2007 e se perguntando por que a humanidade não tomou providências contra a crise climática quando ainda havia tempo.
A exibição do longa-metragem está vinculada a uma grande campanha ambiental, apoiada por celebridades e organizações não-governamentais de todas as partes. O objetivo é influenciar os principais líderes políticos mundiais a assinarem, em dezembro deste ano, na 15ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP 15), em Copenhagen, o tratado que obriga as nações a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, de forma que o aumento de temperatura do planeta não ultrapasse os 2º C.
"Nossas ações contra as mudanças climáticas irão definir a nossa geração, assim como o fim do apartheid, a abolição da escravidão e a chegada do homem na lua definiram gerações anteriores. No momento, vivemos na era da estupidez, mas, apesar do pouco tempo que nos resta, ainda é possível mudar esta situação", afirma a diretora do filme, Franny Armstrong.
Com um orçamento de £ 450 mil, “A era da estupidez” é uma produção independente financiada através da venda de cotas de participação para 223 indivíduos e grupos que se preocupam com a mudança climática.
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A MovieMobz é a responsável pela distribuição do filme no Brasil, e foi ela que organizou o evento em âmbito nacional, que contou com exibição simultânea em cinemas de onze cidades. A Fibra Design Sustentável apoiou esta iniciativa com um projeto minimalista para o Foyer do Cinema Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro. O desafio foi desenvolver e viabilizar a produção - em um curto tempo e sem custo algum - de algo que chamasse a atenção dos frequentadores para o filme. A solução encontrada foi a instalação de uma árvore morta confeccionada com MDF cedido pela MASISA e recortado gentilmente pela Artes e Ofícios, lonas Ecojuta cedidas pela Locomotiva e sua representante Lieto Fine e folhas secas do Jardim Botânico.
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Mais informações:
www.moviemobz.com/aeradaestupidez
www.ageofestupid.net
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